BIOgrafias: Vidas de Quem Estuda a Vida

BIOgrafias: Vidas de Quem Estuda a Vida

“BIOgrafias: Vidas de Quem Estuda a Vida” é o terceiro livro da colecção Paleta Natura da Escola de Mar.

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“BIOgrafias: Vidas de Quem Estuda a Vida” é o terceiro livro da colecção Paleta Natura da Escola de Mar.

BIOgrafias: Vidas de Quem Estuda a Vida” é o terceiro livro da colecção Paleta Natura da Escola de Mar. Aqui, dezoito biólogos portugueses, na sua vertente de autores, contam-nos na primeira pessoa histórias fascinantes. Ao todo são 35 histórias em que partilham com o leitor momentos que os marcaram enquanto exerciam a profissão que adotaram como modo de vida. Este livro mostra-nos a paixão com que se vivem momentos simples, a garra com que se ultrapassam adversidades e a luta constante daqueles que dedicam uma parte da sua vida à conservação da natureza. Tudo, sempre, com o sorriso de quem seguiu um sonho.
 
“Chegou por isso a altura de abrir uma janela por onde todos possam ver o que nos move. Espero que esta obra inspire uma nova atitude para com os biólogos Portugueses, e que em Portugal ser biólogo passe a ser sinónimo de ser apoiado, admirado e valorizado. O planeta agradece.” Diogo Veríssimo
 
Orçamento: 3000 euros para serem produzidos e impressos 500 exemplares do livro.

Sobre o promotor

A Escola de Mar é uma iniciativa individual, privada, vocacionada para o estudo, a investigação, a aprendizagem, a consciencialização, a divulgação de conhecimentos sobre o meio marinho e a interface terra/mar. As nossas linhas de orientação baseiam-se nos seguintes objectivos:

  • Obter conhecimentos sobre os animais marinhos e os ecossistemas onde se inserem (aproximar crianças e jovens ao meio marinho em todas as suas vertentes).
  • Estabelecer políticas de conservação e uma divulgação fundamentada e atualizada sobre os assuntos de meio marinho.
  • Estimular o espírito criativo sobre a presença e importância do mar nas sociedades humanas.
  • Aumentar a consciencialização das pessoas para a importância das zonas protegidas e para a conservação do mar e do meio ambiente.

Num domínio científico e cultural sobre o mar, juntámos às artes plásticas e às letras, o meio ambiente, a biologia, o mergulho, a fotografia, a história e a conservação dos ecossistemas marinhos. Esta é uma iniciativa diversificada e de carácter multidisciplinar, na qual todas as atividades realizadas estão sempre de alguma forma ligadas ao mar.

A criação de um projecto editorial consistente, continuado no tempo, e de valorização comercial das restantes atividades da empresa, é atualmente a nossa aposta. Contamos com um leque de autores e temas a ser explorados nos próximos anos e ainda com parcerias relevantes a nível da distribuição livreira. O próximo passo de concretização passa pelo apoio de fundo a esta iniciativa.

O livro “BIOgrafias: Vidas de Quem Estuda a Vida” será inserido na coleção Paleta Natura, coleção esta inteiramente científica e de divulgação ambiental, da qual já fazem parte os livros Para Lá da Superfície e Cetáceos de Portugal: Passado, Presente e Futuro.

A equipa é composta por 18 membros:

Diogo Veríssimo explora o lado humano da conservação da biodiversidade, tendo trabalhado nas áreas da educação e do marketing ambiental em países como o Brasil, Índia ou São Tomé e Príncipe. É licenciado em Biologia Ambiental pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e fez Mestrado em Biologia da Conservação no Durrell Institute of Conservation and Ecology, Universidade de Kent, Reino Unido, onde está a completar o doutoramento em Gestão de Biodiversidade.

Miguel Pessanha Pais é licenciado em biologia ambiental marinha, realizou um mestrado em ecologia e gestão ambiental, seguido de um ano como bolseiro de investigação científica em projectos de ecologia marinha e estuarina em Portugal. Terminou o doutoramento em biologia marinha no Centro de Oceanografia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde estudou metodologias de suporte à utilização de comunidades de peixes marinhos como indicadores de qualidade ambiental.

Miguel Costa Leal é licenciado em Biologia Ambiental e Mestrado em Biologia Marinha, ambos pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e atualmente aluno de doutoramento na Universidade de Aveiro e Universidade da Geórgia (EUA). A área de interesse é a biologia marinha aplicada, nomeadamente a utilização de marcadores moleculares no estudo da alimentação de invertebrados marinhos e a sua aplicação à aquacultura, bem como a valorização da biodiversidade marinha e o seu aproveitamento pela indústria farmacêutica.

Andreia Penado é licenciada em Biologia Ambiental variante Terrestre (2007) e mestre em Biologia da Conservação (2009) pela FCUL. Os interesses “biológicos” passam pela taxonomia e ecologia dos insectos da ordem Hymenoptera. Depois de um estágio Leonardo da Vinci em ecologia de abelhas na Universidade de Stirling (Escócia), embarca em 2013 na aventura doutoral: “Um apelo à conservação dos abelhões: assegurar futuros serviços de polinização nas culturas de girassol” (Universidade de Sussex – Reino Unido e CIBIO - Portugal).

Diana Clamote Rodrigues é licenciada em Biologia Ambiental e mestre em Ecologia e Gestão Ambiental. Actualmente, trabalha como investigadora no Centro de Biologia Ambiental da Universidade de Lisboa. As suas áreas de interesse estão essencialmente focadas na ecologia e conservação de mamíferos terrestres. Apresenta também, interesse na ecologia de espécies exóticas invasoras, os seus impactos na fauna e habitats nativos e esforços de conservação direcionados a estes ambientes ameaçados.

Madalena Boto é licenciada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa desde 2008. Em 2009 completou o curso (MA) de Produção de Documentários de Vida Selvagem da Universidade de Salford, Inglaterra, que lhe permitiu conciliar dois dos seus principais interesses: a ciência e o cinema. Atualmente, trabalha na produtora Lx Filmes como realizadora e operadora de câmera.

Hugo Zina é licenciado em Biologia Ambiental Terrestre pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e Mestre em Biologia da Conservação pela Universidade de Évora. O seu percurso profissional levou-o à área das monitorizações ambientais tendo desenvolvido trabalho pelas serras e mares de Portugal e também por África. Interessa-se pela ornitologia, a conservação de habitats e o reavivar da nossa ruralidade perdida.

Marco Katzenberger é formado em Biologia Ambiental (Variante Terrestre) pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, possui mestrado em Biologia da Conservação e prepara-se para terminar o doutoramento em Fisiologia Animal, na Estação Biológica de Doñana. Tem um interesse particular pela fauna tropical, tendo trabalhado em países como Argentina, Brasil e Uganda. Atualmente estuda a ecofisiologia de anfíbios e quais os possíveis impactos das alterações climáticas nestas espécies, comparando zonas tropicais, subtropicais e temperadas.

Gil Penha-Lopes é um "guardião da Natureza" desde pequeno, tornando-se naturalmente num biólogo. Estagiou na Florida (EUA) desenhando sistemas de aquacultura de baixo-custo e fez doutoramento na África de Leste investigando o potencial das florestas de mangal no tratamento de esgotos urbanos. Observar e interpretar a "sabedoria" da Natureza (Biomimetismo) é o que faz e acredita que nos irá permitir viver de uma forma mais harmoniosa no lindo planeta do qual fazemos parte, a Terra.

João Puga é Licenciado em Biologia pela Universidade de Aveiro e formado em Operação de Câmara e Iluminação pela Escola Técnica de Imagem e Comunicação, possui 7 anos de experiência profissional em Biologia e Ecologia, com especial enfoque em áreas como a Avaliação de Impacte Ambiental, Pós-Avaliação Ambiental, Ordenamento do Território e Gestão e Conservação da Biodiversidade. Profissionalmente multifacetado, tem realizado diversos estudos nas várias vertentes da ecologia, orientados para os principais grupos de vertebrados.

Gonçalo M. Rosa é um entusiasta de herpetologia e vida selvagem! A sua contribuição em iniciativas de conservação in situ e investigação com anfíbios e répteis em ambientes tropicais levou-o um pouco por todo o mundo. Sendo um dos maiores hotspots de biodiversidade e atravessando uma crescente desflorestação, Madagáscar tornou-se um centro na sua investigação. Gonçalo complementa os seus estudos na área das doenças infecciosas emergentes que têm vindo a afetar grandemente populações de anfíbios por todo o mundo.

Ana Luísa Nunes tirou o curso de Biologia aplicada aos Recursos Animais – variante Terrestres na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e mais tarde terminou um doutoramento em Ecologia, pela Universidade de Lisboa e pela Universidade de Uppsala, Suécia. A sua área de investigação está focada no estudo de invasões biológicas em ecossistemas aquáticos, mais especificamente no impacto que as espécies invasoras podem ter em comunidades nativas de anfíbios.

Vanessa Fonseca é licenciada em biologia marinha pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, concluiu um doutoramento na mesma instituição investigando processos eco fisiológicos e ecotoxicológicos de peixes em ambiente estuarino. Participou em vários projetos de investigação nacionais e internacionais de ecologia marinha e estuarina. Actualmente é bolseira de Pós-Doutoramento no Centro de Oceanografia onde estuda a aplicabilidade de indicadores biológicos na avaliação da qualidade ecológica em sistemas costeiros e de transição.

Romina Henriques nasceu em 1984, em Almeirim, Portugal. Em 2006 licenciou-se em Biologia Ambiental (var. marinha) pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Desde então, tem-se dedicado ao estudo da biodiversidade piscícola, através de um Mestrado em Biologia da Conservação (2008), FCUL, e de um Doutoramento em Biologia, no Royal Holloway University of London (2012). Depois de uma passagem pelo ISPA, Lisboa, prepara-se agora para iniciar um novo projeto de investigação na África do Sul.

Rita Martins é licenciada em Biologia Ambiental Terrestre, frequentou o mestrado em Biologia da Conservação, no qual investigou as atitudes, conhecimentos e práticas dos sectores cinegético e do ambiente para com os mamíferos carnívoros terrestres. Desde então, trabalha no terreno, lado a lado com gestores locais como caçadores e proprietários, visando a recuperação de espécies e habitats ameaçados, bem como a informação e sensibilização das comunidades locais para a importância da preservação do seu património natural.

André P. Silva é biólogo pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. O seu trabalho foca atividades de educação ambiental e investigação científica, nomeadamente em espécies e populações ameaçadas de mamíferos. Tem participado e colabora em projetos de conservação em vários países (Portugal, Espanha, Reino-Unido e Guiné-Bissau). Actualmente, está a iniciar na Índia um doutoramento sobre a adaptação de estratégias de conservação em hotspots de biodiversidade perante cenários de alterações climáticas.

Rita de Castro é licenciada em Biologia Ambiental – variante Terrestres pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Na mesma universidade concluiu com honras o Mestrado em Biologia Evolutiva e do Desenvolvimento, apresentando a tese ‘Emotional Contexts and Empathic Responses – What Can We Expect From the Chimpanzee?’. Actualmente encontra-se a organizar a primeira conferência internacional de alternativas à experimentação animal em Portugal, e mantém-se activa na Sociedade Portuguesa para a Educação Humanitária, uma ONG de defesa dos direitos dos animais.

Alice Estrela, formada em Biologia Ambiental var. Terrestres, Mestrado em Biologia de Conservação, adoradora de felinos e outros peludos. Amante de Educação Ambiental, da arte de ensinar e de aprender, e cheia de histórias para contar se vos aprouver ouvir. Lutadora incansável pelos direitos dos animais e por outros ideais por vezes esquecidos. Actualmente a tornar o Mundo melhor, um sabão de cada vez.

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