Livro fotográfico sobre os Azulejos Padrão de Lisboa

Separadores primários

Esta campanha tem como objectivo angariar fundos para a publicação de um livro de fotografias sobre os Azulejos Padrão em Lisboa. Uma compilação de imagens contextuais sobre os azulejos que se podem encontrar nas fachadas dos edifícios da capital.

Cheguei a Lisboa há mais de dez anos por 'amor'. O clima agradável e a excecional luz cativaram-me. Nos meus passeios turísticos pela cidade fui descobrindo os pequenos recantos da capital e encontrando em qualquer bairro prédios com as paredes recobertas de arte. Descobri a beleza dos azulejos, estas peças de cerâmica quadradas e esmaltadas que refletem a luz do sol, conferindo à cidade um charme original e colorindo a paisagem urbana.  

Foi nestes passeios que comecei a colecionar fotografias de azulejos, retratando os desenhos dos padrões individualmente ou em conjunto assim como as suas variantes. O seu cenário em primeiros planos e outros mais gerais. Os prédios abandonados e os elementos furtados. O estado degradado em que os azulejos se encontram. As diferentes estéticas que foram acompanhando a evolução deste quadrado vidrado.

Pela ampla quantidade de motivos e desenhos que podemos encontrar em todo o território português, limitei a seleção de fotografias a cidade de Lisboa e a época posterior ao terramoto de 1755. 

O tamanho vai ser ligeiramente maior ao de um azulejo real, 16,5x16,5 cm com mais de 250 imagens em 160 páginas. 

 

Breve história sobre os Azulejos

Em Portugal, o gosto pelo azulejo foi assimilado dos muçulmanos com a sua presença na península ibérica, tendo sido introduzido no país desde meados do século XV, há mais de 500 anos. No século XVI, Portugal inicia a sua própria produção, sofrendo várias influências da azulejaria Italiana e Flamenga, e mais tarde, no século XVII, da Holandesa. Esta forma singular de decoração foi utilizada com insistência no revestimento dos edifícios da burguesia, nobreza e do clero. 

Após o terramoto de 1755, impõe-se um novo uso para o azulejo sendo implementado no exterior como revestimento dos edifícios reconstruídos.  A sua tradição decorativa em edifícios tornasse totalmente inseparável da vida quotidiana, cultural e urbana dos habitantes em todo o território de Portugal, ultrapassando fronteiras até poder encontra-los em muitas construções das antigas colónias com uma amplitude desconhecida noutros países do mundo inteiroDesde Igrejas e Palácios até nas ruas de qualquer cidade ou abaixo delas, nas estações dos metropolitanos. 

Hoje em dia, é um dos principais símbolos de identidade da cultura portuguesa.

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Sobre o promotor

Nasci na Galiza (Espanha) na cidade da Corunha, há mais de 40 anos. Aos 20 meses fui para Genebra na Suíça onde os pais tinham emigrado. Com a maioria de idade, a Suíça era muito aborrecida e decidi voltar para as minhas raízes. Acabei os meus estudos de administração pública na Galiza. Durante a minha carreira profissional, trabalhei em diferentes áreas desde os 20 anos até hoje. A minha afeição pela fotografia vem desde pequeno, desde que o meu pai me ofereceu uma câmara fotográfica e desde então estou sempre a tirar fotos. O uso decorativo dos azulejos atingiu em Portugal uma amplitude desconhecida noutros países do mundo por isso com a vossa ajuda, quero divulgar as minhas imagens e dar a conhecer uma das expressões mais fortes da cultura portuguesa. Este vai ser o meu primeiro livro e a primeira vez que mostro publicamente as minhas fotografias.

Orçamento e prazos

Os fundos angariados destinar-se-ão unicamente à impressão do livro, publicá-lo e distribuí-lo.

  • Tiragem de 1000 livros. 
  • Paginação e montagem gráfica
  • Recompensas
  • Distribuição
  • Envio dos livros e outras recompensas
  • Taxas de 5% da PPL, mais IVA a 23% do custo da impressão, bem como eventuais taxas da Paypal

 O livro encontra-se já quase paginado na totalidade, o objectivo é que até finais de Setembro o livro esteja impresso e possa ser enviado para todos os apoiantes início de Outubro.

Nota: Em caso de ultrapassar o total da campanha vão ser impressas mais copias.

 

 

Imagens

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